Quem passa a emitir pelo padrão nacional
Para ME e EPP optantes pelo Simples Nacional, a Resolução CGSN nº 191/2026 prorrogou a obrigatoriedade da NFS-e no padrão nacional para 1º de novembro de 2026. Os demais contribuintes seguem as regras do município, com migração progressiva.
O padrão nacional unifica leiaute e validações, o que reduz retrabalho para quem presta serviço em vários municípios.
Os novos campos
O documento passou a comportar NBS, INDOP, CST e cClassTrib, além dos valores de IBS e CBS. Em 2026 esses valores são informativos e não compõem o total do documento.
As notas técnicas atualizaram o leiaute ao longo de 2026; emitir com versão antiga é causa comum de rejeição.
Erros que mais aparecem
Serviço sem NBS cadastrada, INDOP incompatível com o local de prestação e cClassTrib que não conversa com o CST informado respondem pela maior parte das rejeições.
Outro erro recorrente é somar IBS e CBS ao valor total do serviço em 2026, inflando a nota e o faturamento contabilizado.
Checklist de virada
A preparação é de cadastro e de sistema, nessa ordem. Sem serviço classificado, nenhum emissor resolve.
- Classificar todos os serviços em NBS e item da LC 116
- Atualizar o emissor para a última nota técnica
- Testar emissão em ambiente de homologação antes da virada
- Treinar quem emite para ler as mensagens de rejeição
